Existem coisas que o dinheiro não compra, certo?
Seria possível quantificar o valor da felicidade, ou do encantamento, ou da esperança em dias melhores? E o valor dessas três forças somadas “felicidade + encantamento + esperança”, estampado no sorriso de uma criança, seria possível definir?
O filósofo Mário Sérgio Cortella, autor do livro “Qual é a tua obra?”, alerta para a distinção entre a esperança ativa e a passiva.
Esperança passiva reside no comodismo, na inércia, na imobilidade. Esperar cair do céu.
Esperança ativa requer ação. Esperançar!
Talvez Chico Xavier tenha pensado nisso ao dizer: “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um (e qualquer uma) pode começar agora e fazer um novo fim”.
E qual seria o assunto da ordem do dia a instigar em nós um agir em prol de um novo fim, senão estender uma mão amiga (um abraço amigo) a crianças órfãs, doentes, com deficiência ou em situação de pobreza, a partir da realização de atividades socioeducativas (espetáculos, gincanas, brincadeiras) e da distribuição de donativos nos meses de outubro e novembro, em especial no DIA DAS CRIANÇAS, que já se aproxima? Emoticon grin
Não é preciso acreditar para admirar essas palavras...
“Quando já estava em casa, Jesus perguntou-lhes: De que falavam pelo caminho? Mas eles calaram-se, porque pelo caminho haviam discutido entre si qual deles seria o maior.
Sentando-se, chamou os Doze e disse-lhes: Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos. E tomando um menino, colocou-o no meio deles; abraçou-o e disse-lhes: Todo o que recebe um destes meninos em meu nome, a mim é que recebe; e todo o que recebe a mim, não me recebe, mas aquele que me enviou”. (O maior no reino dos céus – Marcos 9:33-37)
Também não é preciso sofrer como uma criança que sofre para saber o que é melhor para ela.
Como ninguém escapa do seu próprio tempo, não somos mais tão jovens ao ponto de não sentirmos o quanto a nossa condição humana é marcada por uma frenética e incessante busca pelo sucesso, como se cada um vivesse numa ilha e idealizasse só (de si para si) um reino do amanhã totalmente seu ou compartilhado entre seus pares... O que não seria de todo mal se, dentre outros efeitos, não desviasse nosso olhar altivo das pequenas e dos pequenos que mais precisam.
Afinal, também é de nós a responsabilidade de determinarmos em que tipo de sociedade realmente queremos viver.
Sobre isso, o professor da Universidade de Harvard, Michael Sandel, autor do curso que virou o livro “Justiça, o que é fazer a coisa certa”, argumenta que a maneira como as coisas são não determina a maneira como elas deveriam ser, e, para isso, faz uso de uma emocionante citação de John Rawls (“Uma teoria de Justiça”):
“Devemos repudiar a alegação de que as instituições sejam sempre falhas porque a distribuição dos talentos naturais e as contingências da circunstância social são injustas, e essa injustiça deve inevitavelmente ser transferida para as providências humanas. Eventualmente essa reflexão é usada como uma desculpa para que se ignore a injustiça, como se a recusa em aceitar a injustiça fosse o mesmo que ser capaz de aceitar a morte. A distribuição natural não é justa nem injusta; tampouco é injusto que as pessoas nasçam em uma determinada posição na sociedade. Esses fatos são simplesmente naturais. O que é justo ou injusto é a MANEIRA como as instituições lidam com esses fatos”.
Apresento-te, então, a uma instituição digna de confiança e que contribui com a promoção da justiça social e da cidadania: O PRÍNCIPE FELIZ.
Idealizado a partir de um conto de Oscar Wilde - escrito para seus filhos e que conta a história de um príncipe de ouro que, do alto de uma coluna, identifica as necessidades dos moradores da sua cidade e pede para que uma andorinha mensageira arranque seus pedaços e leve-os para os necessitados, até que ele se doa por completo, como quem alcança a sua missão de vida - o projeto social já atendeu até aqui mais de 4 mil crianças em cinco anos de existência
E tem uma nova missão: atender mais 3 mil crianças!
E para que as festas desse ano sejam completas, a gente precisa do seu apoio.
Doe-nos:
- BRINQUEDOS (femininos, masculinos e jogos didáticos – novos ou usados em bom estado)
- COLEÇÕES DE LÁPIS DE COR OU GIZ DE CERA (para a oficina de pintura)
- GULOSEIMAS (chocolate, bala, pirulito, pipoca etc.)
Todo o material arrecadado será distribuído em kits para as crianças.
Elas merecem, afinal, todo menino é um rei!
E você que também já foi rainha ou rei, gostaria de decidir doar-se pela expansão desse principado da felicidade?
- Não deixe morrer a criança dentro de você. Contribua e faça parte dessa bela história!





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